sábado, 9 de janeiro de 2010

Há de se expandir, brotar em mim...



MEU CORPO ESTENDE-SE... E ME ENSINA QUE É CHEGADA A HORA DE APROPRIAR-SE DE MIM MESMO... PARA QUE O OUTRO EXISTA EM MIM.
AQUIETO-ME PARA NÃO ATRAVESSAR-ME, ATRAVESSAR-TE...
ESPERAR-TE CORPO EM MIM, PARA QUE MAIS UMA VEZ NÃO CORRA O RISCO DE DESAPERCEBER A VIDA...
Márcia Mignac

QUEM É O MESTRE?



Que maravilha de vídeo, hem? Nessa minha estrada de aprendiz, tive muitos mestres... alguns do espaço educacional mesmo, outros nem se quer sabiam que tinham esse propósito de ensinar, mas ensinavam com a singeleza das ações. Assim como esse bebê, que nos ensina não para transmitir o já sabido, mas para liberar de certas "verdades" externas a nós, que funcionam como certas ditaduras do SABER... para então buscarmos o que está em nós, no nosso corpo. Pois, ensinar algo é voltar-se para dentro (que não está separado do que está fora), para nossas experiências que são corpo... e muitas vezes são atravessadas por uma necessidade de desconexão...seja pelo super estímulo do sentido da visão, do voltar-se para o outro, para as coisas, para, para, para...seja pelo simples fato, de que nos tornamos estranhos a nossa natureza biológica, ao orgânico em nós. Afinal, quantos
de nós caimos na armadilha de esquecermos de onde viemos? SOMOS CORPO!!! Mas, excessivamente esquecemos dele, vivemos para fora de nós, para o outro... Adultos orfãos da sabedoria contida em seu corpo...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Impressões Capturadas...

Se um espectador me diz: "o filme que vi não prestava", eu respondo: a culpa é sua, pois o que você fez para tornar o diálogo bom?
Jean-Luc-Godard

Que maravilha, hem? Podemos trocar a palavrinha filme por tantas outras. A minha inicial, não tem como escapar... Que tal DANÇA?
Toda vez caímos no lugar da mediocridade, apenas criticando o que não cabe no nosso mundinho bellydance, recorremos no erro de achar que não fazemos momentaneamente parte dele. Ou seja, que não somos co-responsáveis. A questão não se encontra na crítica e sim, na crítica que só gera ruído e não contribuí para o crescimento do campo da dança. Contudo, também o outro posicionamento - o da não crítica, favorece a não permeabilidade, ao engessamento de opiniões e a permanência de gêneros, que consequentemente diminui a diversidade.
Aqui, fico me perguntando sobre minhas contribuições... O que tenho feito? O que temos feito?

CARTA PARA MINHAS ALUNAS...

04/01/2010
OI MINHAS QUERIDAS ALUNAS E MEU QUERIDO ALUNO RICK...

OBS: Comecei essa carta várias vezes em 2009 e era muito difícil continuar tão grande a saudade. Mas hoje foi o limite e disse a mim mesmo: vai como tem que ser!

Então segue...


São tantas coisas para dizer, que nem sei por onde começar. O melhor mesmo seria estar com cada uma de vocês, olhando nos olhos, trocando afeto e falando de forma atropelada, divertida e honesta como sempre fiz. Mas enquanto isso não acontece, pensei em escrever essa mensagem como uma forma de chegar “chegando” até podermos estar juntas outra vez em uma aula, em outro encontro com as Jasminas, em...

Ahhh meninas... são tantas imprevisibilidades que optei em tentar viver cada como uma possibilidade e driblar as exigências de uma virginiana sempre tão metódica e exigente. Mas para lidar com minha vida tão cigana – São Paulo, Paulo Afonso e Salvador, tenho tido muitos desafios e o mais difícil: aprender a negociar com o que chega (que nem sempre é como desejado) e exercitar a paciência para não se estressar além da conta. Justamente para aprender a fazer o exercício de desapego e se abrir para os presentes que o novo pode trazer e surpreender.

Com isso, não posso dizer que está sendo tranqüilo. NÃO! Só Deus sabe o quanto tenho aprendido a negociar com a vida e a lidar com a ausência da minha vocação – o ensino da dança do ventre. Mas ao mesmo tempo tenho tido tantos ganhos com o Doutorado, que só confirmam que fiz a escolha certa. Pois, estou sendo orientada por Helena Katz - uma das maiores pesquisadoras de dança do Brasil, o que significa dizer que estou aprendendo MUITO e tendo a oportunidade de ter acesso a conteúdos de dança de primeira linha.

Enfim...

Posso estar longe da sala de aula, mas sinto que tenho amadurecido muito na forma como tenho construído o meu pensamento sobre a dança e reafirmado minha vocação pessoal.

Nesse período em São Paulo fiz um curso com Gilberto Safra (Psicanalista) que abordou o tema sobre o Adolescer na Contemporaneidade. Ele falou um pouco sobre a vocação. Ou seja, o chamado vocativo, entendido muitas vezes como uma escolha profissional que começa a se desenhar no período da adolescência. Mas diferentemente do que se é compartilhado no senso comum, Safra propõe pensarmos vocação não como uma profissão, e sim como um chamado... Um chamado que dá sentido a vida, preenchendo-a até o dia da nossa morte.

Aqui, entendo também vocação como a capacidade da minha, sua, nossa vida ser SIGNIFICATIVA para o outro, aquilo que chamamos de FAZER DIFERENÇA, e que te fato coopera para a construção da existência humana.

E fiquei pensado nisso... Agradeci muito a Deus, porque pude atender a esse chamado e chegar onde me encontro. Afinal, quantos de nós podemos realizar nossa vocação? Agregar vocação a escolha profissional? Quantos de nós de fato contribuímos com o outro?

Por isso meninas, aproveito essa cartinha para pedir que vocês acreditem na vocação pessoal e tenham coragem para realizá-la. Uma vez, que sem a sua realização, a possibilidade de criamos feridas na nossa alma aumenta. E como aumenta... ACREDITEM, A VOCAÇÃO É A DIGITAL DA ALMA... Para que fomos criados e chamados no mundo.

Nesse sentido, fico aqui pensando em muitas de vocês... que podem ser arquitetas, mas fazem caixas maravilhosas... outras da área de administração, mas que enfeitam o mundo com mandalas, outras fazem arranjo de Ikebana, e outras e outras... agregam a vocação a profissão de fato, como professoras, psicólogas, dançarinas, médicas... o importante é a coragem para ser o que se pode ser.


Assim... Posso estar fora do cenário da Dança do Ventre em Salvador, mas estou caminhando em outras trilhas que me levam a formação necessária para a carreira do Magistério Superior. Entendida aqui, como um dos caminhos profissionais para minha vocação. Pois, ensinar na Universidade, nada mais é que a garantia de viver dignamente (falando em termos de salário) da minha vocação – a DANÇA. Que não excluí a Dança do Ventre é claro, mas abre brechas para dar continuidade e sustentação a sua permanência em minha e nas nossas vidas. Além, do que, aproveito para fazer outras conexões ampliando a leitura que tinha sobre a dança, tratando-a também pelo viés político. Sempre que puderem, visitem o meu blog (http://corpossibilidades.blogspot.com), pois lá tem um monte de coisa interessante sobre essas outras leituras.

Desejo para todas vocês MUITA CORAGEM e AMOR no ano de 2010. Coragem para deixar-se ser capturada pela real vocação (basta fechar os olhos se conectar com aquilo que lhe move de fato) e amor para fazer desse chamado uma ação compartilhada para o outro.

Sinto muita falta de cada uma, acreditem! Quero que me perdoem as vezes que não retornei uma ligação, um e-mail ou das várias vezes que não consegui mandar uma mensagem como essa. Pois, saibam o quanto é difícil manter outro tipo de vinculação com vocês SEM A SALA DE AULA. Dói, como dói... Por isso precisei silenciar-me e ficar quietinha no meu canto. Que, aliás, são vários cantos: Salvador, Paulo Afonso e São Paulo.

Tenho tido notícias sobre as andanças de vocês... das continuidades com a Dança e fico muito feliz. FELIZ MESMO, POR NÃO DESISTIREM. Prometo que em 2010 estarei mais perto que antes e se Deus ajudar, como tem ajudado, é bem provável que retorne a Salvador este ano.

Em março retorno para Sampa para concluir os créditos do Doutorado e em Junho volto para ficar por um longo período. Logo, logo vocês terão boas novas para nossas vidas. Orem por mim e me sustentem no AMOR. Amor que nos une além da Dança. Amor que sustenta as memórias do coração!

TUDO DO MELHOR no ano que chega!!!
FIQUEM COM DEUS,
SAUDADES,
Um beijinho lotado de carinho.

Márcia Mignac

domingo, 27 de dezembro de 2009

PARA 2010

Talvez soe estranho escrever/dizer o verbo comprometer como uma ação imperativa para 2010. Pois aqui está o desafio: COMPROMETER-SE! Para mim e tantas outras pessoas que entendem que as ações pessoais não começam e nem terminam nos nossos atos, mas estão implicadas em um viver no coletivo. O que de partida já solicita questionar-se o tempo todo sobre a sua contribuição (para não escrever compromisso) no e para o mundo. E, que de algum modo solicita TAMBÉM a boa vontade de revisitar o verbo comprometer fora do “tom” pesado a ele associado. Pois habitualmente, temos um medo danado de compromisso, de comprometer-se com algo (fora dos nossos interesses pessoais) e, conseqüentemente da impossibilidade de escape que essa ação já acarreta. Afinal, uma vez que se dá a palavra, que se promete algo e que se compromete, fica complicadíssimo voltar atrás (excetos para os políticos de plantão). Dito isto, não é mais fácil então viver sem comprometer-se? A minha hipótese, vai ao contrário desse tipo de atitude que culturalmente já foi incorporado a espécie humana.

Acredito que para se viver hoje, PRECISA-SE da ação de comprometer, como uma premissa básica de sobrevivência. Ainda que seja apenas, para desfilar de politicamente correto e entrar no circulo dos descolados (com suas sacolinhas recicláveis e o ar de que se compromete com a preservação do planeta). Contudo, ando de saco cheio do hiperativismo vazio. Desse modismo burguês que gruda no corpicho e faz a gente pousar com o modelito tipo “CARAS” nas diversas situações da vida.

Para 2010, que já começou para mim desde do meio de 2009, eu quero muito mais! QUERO COMPROMETER-ME NO COTIDIANO! Nas micro-ações diárias, que venhamos e convenhamos, são as mais difíceis de modificar!

QUERO COMPROMETER-ME COM O OUTRO, QUE VAI ALÉM DA MINHA FAMÍLIA,
COM O PLANETA EM QUE VIVO,
COM A DANÇA , A PROFISSÃO QUE ESCOLHI
E COM AS GERAÇÕES FUTURAS!

Pode parecer uma fala meio axé-baba, digna daqueles que querem salvar as baleias, mas pelo contrário é uma escolha que já venho exercitando há algum tempo. Pois para quem me acompanha, entende que até esse blog, surgiu como um comprometimento político para as minhas ações/impressões com/sobre a dança do ventre. Um lugar de voz, de reflexão e crítica, de levante de questões e ao mesmo tempo de transformações. O blog como a possibilidade do artista comprometer-se com sua linguagem, de fazer/pensar dança como uma ação desestabilizadora e agregadora de outras leituras e intervenções. Afinal, temos que desmontar entendimentos que o artista não precisa comprometer-se politicamente com o outro, basta apenas levar entretenimento para a sociedade e ponto final. Sim, mas se alguma bailarina opta em fazer uma apresentação tipificada pelos estereótipos da “odalisca”, não carrega nesse fazer um entendimento da dança do ventre sexualizado e a serviço da mídia? Não está se comprometendo com uma visão de mundo? Não podemos mais, entender essa ação apenas como uma leitura equivocada de um fazer. O MEU CORPO/O MEU CORPO QUE DANÇA E ESTÁ NO MUNDO, JÁ TRÁS IMPLICAÇÕES EM UM COLETIVO.

Entretanto, sabendo disto tudo, modifica alguma coisa? Saber apenas basta? Claro, que não. É por isso, que lanço a tarefa do comprometer-se diariamente. Seja na sua profissão, no que você fala ou deixa de falar, fazer, etc. Se você opta em assistir o filme AVATAR e não o filme brasileiro – É proibido fumar, não carrega em si um ato de compromisso? Afinal, qual dos dois gêneros tem mais chance de retornar ao cinema? E a sua participação, gera alguma contribuição nisso? Ahh, mas é só uma ida ao cineminha... não faz mal! Nessa de não faz mal, também nos comprometemos e muito!!!! (Aqui, abro um parênteses para tantos atos descompromissados na dança do ventre, ‘INOCENTADOS” pelo entendimento de que é só uma dança e nada mais. Por favor, o que você escolhe para apresentar no palco também carrega uma visão de mundo e um fazer político). Ou, ou, ou... SE VOCÊ OPTA EM IR APENAS PARA ALGUM TIPO DE APRESENTAÇÃO DE DANÇA DO VENTRE (a da moda, por exemplo) OU VAI APENAS PARA O WORKSHOP DA BAILARINA DA MODA, NÃO ESTÁ DE ALGUM MODO CONTRIBUINDO PARA QUE SÓ ESSE TIPO DE GÊNERO SE ESTABILIZE E IMPEÇA QUE OUTROS POSSAM TAMBÉM ESTAR DISPONÍVEIS?

Nesse ponto, faço um link com o post de Lory (Pacto de mediocridade na dança do ventre) publicado em seu blog (An)danças de Lory – (http://andancasdelory.wordpress.com/), no qual solicita a não adesão ao pacto de mediocridade na dança do ventre. Leiam! Pois este é um ato de comprometer-se com o fazer um artístico e dar voz, a um tipo de fala que não tem a intenção de fazer ruído e sim propor uma reflexão crítica. A VOZ COMO UMA AÇÃO.

COMPROMETER-SE com a voz, uma voz que é ação e que não implica apenas em falar ou escrever, mas palavras que fazem a diferença! Lory nos ensina a não usar as palavras que saíram de férias. Sabe aquelas que são ditas para agradar...

ENFIM...
PARA 2010. COMPROMETA-SE! COMPROMETER COMO UM IMPERATIVO DE VIDA E DE AMOR.

FAÇA A SUA LISTA DE COMPROMETIMENTOS...

A MINHA COMEÇA ASSIM... E JÁ VEM DE MUITO TEMPO... A CADA DIA VOU ACRESCENTANDO ALGO E PEÇO A AJUDA DE VOCÊS...

COMPROMETO-ME COM Á ÉTICA
Esperar numa fila,
A não jogar papel no chão,
Saber ouvir o outro,
Reciclar o lixo...
COMPROMETO-ME COM O COLETIVO
Não aderir SOMENTE a interesses particulares
Deixar de olhar para o próprio umbigo,
Pensar em ações que preservem o nosso planeta e façam a diferença...
COMPROMETO-ME COM A DANÇA
Uma dança criativa, movida pela co-autoria minha e de muitos,
Que se reinventa e por isso rejeita enquadramentos/padrões,
Que não se posiciona em entendimentos hierárquicos de melhor/pior, cerro/errado, mas que existe e se faz ação no mundo pelo simples fato de ser singular e não aderir a discursos que oprimem a diversidade,
Retomar o meu projeto de sistematizar uma metodologia de criação coreográfica para dança do ventre fora dos padrões habituais de cópia, mas que favoreça o processo criativo da aluna através de ferramentas de improvisação e o uso de elementos da dança (espaço, forma, tempo e qualidade),
Continuar a produzir conhecimento acadêmico com dança, seja através da pesquisa de Douotorado, seja através da produção de artigos...
COMPROMETO-ME COM A MINHA VOZ
Voz que é ação e se faz prática nos meus atos, pois voz sem ação é aconselhamento, é vazio...
COMPROMETO-ME A NÃO ABANDONAR MEUS SONHOS
Ainda que estes sejam difíceis de realizar e não se cumpram de fato em 2010, mas que ganhem cada vez mais espaço interno e força para torná-los realidade...
Mas continuarei seguindo com o sonho de me tornar uma professora universitária... um dia ainda participarei de um concurso para o magistério superior que se paute na ética e seja justo. Não desistirei, pois de que adianta tantos anos de estudo? (Graduação em Dança, Mestrado em Dança e Doutorado em Comunicação e Semiótica com interface em Dança).
Publicar minha dissertação de Mestardo,
Voltar ensinar Dança do Ventre em Salvador,
Retornar para as aulas de balé,
Ficar mais tempo com minha família,
Engravidar,
Adotar uma criança,
Deixar de comer carne vermelha,
Retomar o meu Projeto Re-creio com adolescentes em situação de violência sexual..
COMPROMETO-ME COM O AMOR
Amor que vem de Deus e me ensinou que este é o primeiro ato de comprometer-se com a vida,
A continuar a investir no ser humano, ainda que tenha desacreditado um pouco... Mas o ser humano é a continuidade de Deus...
COMPROMETO-ME...

FELIZ 2010 PARA TODOS NÓS!
QUE JESUS NOS ABENÇÕE!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

EM SALVADOR...


Pessoas queridas:


CHEGUEI! Ahhh essa foi uma das madrugadas mais felizes, pois chegava em minha cidade. Não me importou nem o pouco o cansaço, o calor, o aeroporto cheio e a dor de estômago. Enfim... estava pisando na minha casa.

Agora devo curtir um pouco do sol, um banho de mar (para tirar tudo de ruim) e me deixar ser cuidada por mainha. Mereço colo, muitoooo colo. Que começou com a chegada de Pedro em São Paulo na semana passada e que continuará por esses dias ao lado da familia, alunas e amigos. Devo confessar que o primeiro semestre no doutorado me exauriu. Me deixou exausta! Muitas leituras, muitas aulas e muita coisa para dar conta. Mas... posso também dizer que o meu projeto de pesquisa está muitooooooooooooo bom e me deixa feliz pelo gosto de mais uma vitória. Agora é dar continuidade ao plano de trabalho e partir para a pesquisa de campo. Ahhhhhhhhhh e continuar as leituras.

De saldo... foram 40 kilos de excesso na bagagem. Roupinhas e presentinhos de Natal??? Não! Nada de 25 de março ou José Paulino. Foram mais de 30 livros e muita anotação!!!! Ufa... como amo isso. No mais... logo compartilharei com vocês meus novos companhieros de pesquisa: Agamben e Lipovetisky.

Apreciem a fotinha que adicionei para vocês! O lugar que mais amo na minha cidade! bjs


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PIREI O CABEÇÃO NA FEIRA DE LIVROS DA USP


Pense numa pessoa em uma feira de livros com as maiores editoras fazendo uma queima de 50%? Eu simplesmente comprei 12 livros! Sim!!!! Presente de Natal do meu marido lindo. Sim, e a roupinha de natal? Nem pensei. Naquele momento, eu só pensava nos livros que iam fazer parte da minha pesquisa. É por isso que me identifico com Mafalda. Ahhhhh!!!

CENAS DOS PRÓXIMOS POSTS

Gente... tantas coisas para postar. NOSSA! Em 1 semestre aqui na PUC, li demais, fiz trocentas mil xérox, comprei uns 20 livros e gastei umas 5 canetas escrevendo. Engraçado isso... nunca tinha me lembrado de ver uma bic acabar em minha mão. Isso, aqui, se tornou algo comum. Contudo, sei de que nada adianta ter acesso a tanta informação e não colocá-la no mundo. Assim, logo compartilharei com vocês, o máximo possível. ME AGUARDEM!!!! Inclusive minha pesquisa de Doutorado... que tem gente me perguntado. Agora só posso escrever: ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh um gozo!
Nesse momento, estou completamente seduzida por uma antropologa indiana chamada Veena Das.... maravilhsoa. O meu próximo post será remetendo a ela....
Depois quero falar do curso que fiz com o psiquiatra Gilberto Safra sobre uma leitura da adolescência na contemporaneidade. Nossa.......muito bom! Fiquei super mobilizada, com vontade de chorar o tempo todo... afinal todos nós temos tatuado na alma a nossa adolescência....
Essas são as cenas dos próximos capítulos ou posts...
Voltarei em breve!
bjs
Márcia