Hoje foi minha estréia no Doutorado em Comunicação e Semiótica -PUC/SP. Tive a primeira aula na disciplina Teorias Culturalistas da Comunicação: a relação entre conhecimento e ambiente/ Prof. Amálio Pinheiro. E como de costume, peguei o ônibus em direção a Perdizes, como um dia normal e sem muitas expectativas. Afinal transito na PUC desde 2006, seja quando vinha de SSA assistir as defesas, participar de banca examinadora de TCC ou ficar horas naquela biblioteca maravilhosa. Sem falar que fui ouvinte de Helena nesse último semestre ( 2009.1) e toda sexta-feira passava o dia todo lá. Assim, hoje, sem muitas novidades (exceto precauções com o vírus Influenza A H1N1) desci a rampa com o ar de "mais um dia"... Mas... sem mais, nem menos... tchumpstachampsthums... meus olhos encheram de água e respirei fundo. Em frações de segundo, flashes da minha vida pousaram sobre mim... a graduação, a defesa do mestrado, toda dificuldade em finalizar a escrita da dissertação, dias após a morte de meu pai... a sensação de que não ia conseguir... parei no meio da rampa... e me vi ali, como aluna regular do doutorado, após tudo que passei. Não me senti mulher maravilha ou menina super-poderosa ,etc. A única coisa que me veio, foi o versículo biblíco: "Não temas, porque o Senhor colocará águas onde há deserto" (Is 43.20)... De fato, Deus tem sido generoso e fiel. Ele tem cumprido sua promessa em minha vida... e me recompensado em dobro. Quantas vezes repeti ao meu pai: "pai, desse jeito não vou conseguir terminar o mestrado", diante da sua demanda no último mês... Então... vocês podem imaginar como me senti hoje...agradeci à Deus pelas pessoas que me ajudaram a chegar até aqui... Tenho um coração agradecido...
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Ida ao Doutorado...
Queridos,
Em breve retornarei ao Blog. Estarei fora por algums dias, por conta da minha ida para sampa para o Doutorado em Comunicação e Semiótica/PUC-SP. Logo Logo... voltarei cheia de inspirações acadêmicas e álcool em gel nas mãos...
Beijos...
Márcia
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Impressões Capturadas
"Se eu enxerguei longe foi porque subi nos ombros de gigantes." (Isaac Newton)
Mais uma impressão capturada do Blog de Eduardo Bessa - Ciência à Bessa. Muito Bom!!!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
MESTRADO: Por que.PORQUE.Porquê. Por quê.
PARTE I
O uso dos porquês possui empregos diferenciados, aqui cabem todos eles. A escrita a seguir, será fruto de uma reflexão pessoal e inesgotável dos motivos/ignições que me fizeram trilhar a carreira acadêmica. Diversos porquês me constituíram e constituem desde a reprovação na 1ª seleção no PPGDANÇA/UFBA em 2006, seguido da aprovação em 2007. Alguns foram aquietados, maturados, negociados, explicados, não respondidos e seguem agora no Doutorado. Afinal, o que seria da nossa vida SEM os porquês a maturar nossas escolhas?
A idéia de fazer o mestrado em Dança surgiu da escolha de seguir a carreira acadêmica, lecionar em uma instituição de ensino superior, uma vez que tive a experiência de ser professora substituta nos anos de 2005/2006 na graduação em Dança da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Tive o privilégio de dar aulas em diversos módulos pedagógicos/disciplinas: Arte como Tecnologia Educacional, Prática do Ensino da Dança, Estudos do Corpo, Análise Crítica da Dança, Rítmica, etc. Foi um período de muita dedicação, estudo, confronto diário e a busca do sentido/entendimento do que seja um educador.
Esses dois anos foram uma imersão no requinte intelectual, pois como diria o filósofo Orlando Bonafé; “eu gosto da idéia requintada, eu gosto do pensamento complexo”. Um período no qual fui instigada e instiguei meus alunos ao confronto e não ao conforto. A operar as suas idéias/sonhos e a transformar a passividade intelectual. Afinal quem disse que quem dança não gosta de pensar, ler e escrever? Dançar se faz na teoria e prática. Nosso corpo é “teóricoprático”.
Lembro-me que na disciplina de Arte como Tecnologia Educacional I, sugeri um exercício para o começo da aula. O aluno teria que em 15 minutos expor informalmente sua prática enquanto educador/professor de dança. Enquanto a outros caberiam a tarefa de questionar: Metodologia? Objetivo? Base teórica? O que faria diferente? Dificuldades? A idéia era a percepção de que toda fala/fragmento de um discurso vem comprometido com um pressuposto, uma idéia de mundo, um entendimento de dança, etc. e o mais importante: compromisso político da prática (ou não). Exercício possível a partir da “desacomodação” e questionamentos da fala proferida. Pois todos nós sabemos, como nossos discursos aparentemente são arrumadinhos. Mas que escondem fragilidades/incoerências de uma prática pouco questionada.
Logo, seguidor desse BLOG, percebe-se que sou uma pessoa que gosta do confronto. Diferente de oposição. Acredito que questionar-se ajuda a desacomodar hábitos que estão/são corpo. Os porquês direcionam, freiam, transformam. São operadores das nossas escolhas e sonhos, para não falar de idéias.
Por isso não acredito em coelhos que saem da cartola. Coincidências. Sorte. Nós atamos os fios das nossas escolhas. Agora a questão está no modo de como você se apropria dessas escolhas e as desenvolve. Não basta escolher. É preciso dar sentido. Construir-se. Dar visibilidade a esse processo de escolhas e construção.
Aqui, surge outro companheiro de viagem: “para quê”. Para quê mesmo o Mestrado? E mesmo que não se tenha todas as respostas, aqui é preciso dizer que vale mais o exercício de propor e repropor questões, do que respostas engessadas e acabadas.
Nesse sentido, como já foi dito antes, torna-me MESTRE significaria a habilitação necessária para participar de concursos na esfera do Magistério Superior. Resposta clara e objetiva para a questão acima. Contudo, não a única.
Assim, durante a escrita do Pré-Projeto de Mestrado, instrumento necessário para a seleção, um desejo me impulsionava: a possibilidade de maturar uma prática de atuação com adolescentes vítimas de abuso sexual. Ampliar a discussão em dança e inaugurar um campo de pesquisa – a dança do ventre em interface com a violência sexual.
Que desafio, hem? Pois se não bastasse ousar produzir conhecimento em um campo nunca pesquisado, o entendimento de/sobre dança foi montada a partir de uma estrutura preconceituosa e cartesiana. Com argumentos que reforçam o não questionamento e a não pesquisa em dança. Pois crescemos ouvindo dos nossos professores que pensar demais estraga a dança. Que o corpo que dança foi feito para expressar e não pensar. Em outras palavras, decapitamos nossa lógica de formulação em dança e valorizamos o corpo como apenas o lócus do sentimento.
Equivocadamente reproduzimos o pensamento de Descartes ao entender a mente separada do corpo, comprometendo o corpo como parte impensante e consequentemente a dança como linguagem indizível, sem lugar de fala e de comunicação. Basta apresentar-se, basta entreter - ARTE QUE SE AUTO-APRESENTA e, acaba ao final dos aplausos. Ahhh vida, ohhh céus...
Foi nessa matriz que muito de nós foram gestados. O que reduziu consideravelmente possibilidades de entender/re-apresentar a dança. Lembro que em 2005, ao final do Projeto Re-creio (A Dança do Ventre na Reconstrução da Corporeidade em Adolescentes Vítimas de Violência Sexual) fui tomada por uma frustração, justamente por não ter argumentos mais “sólidos” do modo como a dança do ventre ajudou essas adolescentes na situação do abuso sexual. Reduzi a dança ao efeito que ela produz em nós, a exemplo: do resgate da auto-estima, notavelmente visto nos corpos dessas meninas. Mas quantos de nós ainda vamos dar as mesmas respostas as ações com dança? Será que só o resgate da auto-estima dá conta do recado? Ou a dança mudou o meu corpo, meu modo de me ver no espelho. Ou a dança para mim é vida. Blá, blá, blá....
Todas as respostas são válidas. Afinal diversas são as experiências e formas de acessar a dança. Cada corpo que dança tem o seu texto, a sua estória pessoal. Entretanto, seria mais ... (aqui caro companheiro de BLOG, você escolhe a palavra), não reduzir a dança ao efeito que ela causa em nós. Ir em busca do “como”, outros entendimentos, ao invés de olhar por cima. Olhar da copa da árvore tem seu preço, não é? Assim como descer, se aventurar de perto, meter a mão na massa... chegar até o canteiro de obras.
Foi a partir daí que entendi que a escrita da dissertação não seria apenas continuidades de um olhar mais ampliado de uma prática e sim um posicionamento político sobre o modo de proceder com a dança.
...
PARTE II
...
O uso dos porquês possui empregos diferenciados, aqui cabem todos eles. A escrita a seguir, será fruto de uma reflexão pessoal e inesgotável dos motivos/ignições que me fizeram trilhar a carreira acadêmica. Diversos porquês me constituíram e constituem desde a reprovação na 1ª seleção no PPGDANÇA/UFBA em 2006, seguido da aprovação em 2007. Alguns foram aquietados, maturados, negociados, explicados, não respondidos e seguem agora no Doutorado. Afinal, o que seria da nossa vida SEM os porquês a maturar nossas escolhas?
A idéia de fazer o mestrado em Dança surgiu da escolha de seguir a carreira acadêmica, lecionar em uma instituição de ensino superior, uma vez que tive a experiência de ser professora substituta nos anos de 2005/2006 na graduação em Dança da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia. Tive o privilégio de dar aulas em diversos módulos pedagógicos/disciplinas: Arte como Tecnologia Educacional, Prática do Ensino da Dança, Estudos do Corpo, Análise Crítica da Dança, Rítmica, etc. Foi um período de muita dedicação, estudo, confronto diário e a busca do sentido/entendimento do que seja um educador.
Esses dois anos foram uma imersão no requinte intelectual, pois como diria o filósofo Orlando Bonafé; “eu gosto da idéia requintada, eu gosto do pensamento complexo”. Um período no qual fui instigada e instiguei meus alunos ao confronto e não ao conforto. A operar as suas idéias/sonhos e a transformar a passividade intelectual. Afinal quem disse que quem dança não gosta de pensar, ler e escrever? Dançar se faz na teoria e prática. Nosso corpo é “teóricoprático”.
Lembro-me que na disciplina de Arte como Tecnologia Educacional I, sugeri um exercício para o começo da aula. O aluno teria que em 15 minutos expor informalmente sua prática enquanto educador/professor de dança. Enquanto a outros caberiam a tarefa de questionar: Metodologia? Objetivo? Base teórica? O que faria diferente? Dificuldades? A idéia era a percepção de que toda fala/fragmento de um discurso vem comprometido com um pressuposto, uma idéia de mundo, um entendimento de dança, etc. e o mais importante: compromisso político da prática (ou não). Exercício possível a partir da “desacomodação” e questionamentos da fala proferida. Pois todos nós sabemos, como nossos discursos aparentemente são arrumadinhos. Mas que escondem fragilidades/incoerências de uma prática pouco questionada.
Logo, seguidor desse BLOG, percebe-se que sou uma pessoa que gosta do confronto. Diferente de oposição. Acredito que questionar-se ajuda a desacomodar hábitos que estão/são corpo. Os porquês direcionam, freiam, transformam. São operadores das nossas escolhas e sonhos, para não falar de idéias.
Por isso não acredito em coelhos que saem da cartola. Coincidências. Sorte. Nós atamos os fios das nossas escolhas. Agora a questão está no modo de como você se apropria dessas escolhas e as desenvolve. Não basta escolher. É preciso dar sentido. Construir-se. Dar visibilidade a esse processo de escolhas e construção.
Aqui, surge outro companheiro de viagem: “para quê”. Para quê mesmo o Mestrado? E mesmo que não se tenha todas as respostas, aqui é preciso dizer que vale mais o exercício de propor e repropor questões, do que respostas engessadas e acabadas.
Nesse sentido, como já foi dito antes, torna-me MESTRE significaria a habilitação necessária para participar de concursos na esfera do Magistério Superior. Resposta clara e objetiva para a questão acima. Contudo, não a única.
Assim, durante a escrita do Pré-Projeto de Mestrado, instrumento necessário para a seleção, um desejo me impulsionava: a possibilidade de maturar uma prática de atuação com adolescentes vítimas de abuso sexual. Ampliar a discussão em dança e inaugurar um campo de pesquisa – a dança do ventre em interface com a violência sexual.
Que desafio, hem? Pois se não bastasse ousar produzir conhecimento em um campo nunca pesquisado, o entendimento de/sobre dança foi montada a partir de uma estrutura preconceituosa e cartesiana. Com argumentos que reforçam o não questionamento e a não pesquisa em dança. Pois crescemos ouvindo dos nossos professores que pensar demais estraga a dança. Que o corpo que dança foi feito para expressar e não pensar. Em outras palavras, decapitamos nossa lógica de formulação em dança e valorizamos o corpo como apenas o lócus do sentimento.
Equivocadamente reproduzimos o pensamento de Descartes ao entender a mente separada do corpo, comprometendo o corpo como parte impensante e consequentemente a dança como linguagem indizível, sem lugar de fala e de comunicação. Basta apresentar-se, basta entreter - ARTE QUE SE AUTO-APRESENTA e, acaba ao final dos aplausos. Ahhh vida, ohhh céus...
Foi nessa matriz que muito de nós foram gestados. O que reduziu consideravelmente possibilidades de entender/re-apresentar a dança. Lembro que em 2005, ao final do Projeto Re-creio (A Dança do Ventre na Reconstrução da Corporeidade em Adolescentes Vítimas de Violência Sexual) fui tomada por uma frustração, justamente por não ter argumentos mais “sólidos” do modo como a dança do ventre ajudou essas adolescentes na situação do abuso sexual. Reduzi a dança ao efeito que ela produz em nós, a exemplo: do resgate da auto-estima, notavelmente visto nos corpos dessas meninas. Mas quantos de nós ainda vamos dar as mesmas respostas as ações com dança? Será que só o resgate da auto-estima dá conta do recado? Ou a dança mudou o meu corpo, meu modo de me ver no espelho. Ou a dança para mim é vida. Blá, blá, blá....
Todas as respostas são válidas. Afinal diversas são as experiências e formas de acessar a dança. Cada corpo que dança tem o seu texto, a sua estória pessoal. Entretanto, seria mais ... (aqui caro companheiro de BLOG, você escolhe a palavra), não reduzir a dança ao efeito que ela causa em nós. Ir em busca do “como”, outros entendimentos, ao invés de olhar por cima. Olhar da copa da árvore tem seu preço, não é? Assim como descer, se aventurar de perto, meter a mão na massa... chegar até o canteiro de obras.
Foi a partir daí que entendi que a escrita da dissertação não seria apenas continuidades de um olhar mais ampliado de uma prática e sim um posicionamento político sobre o modo de proceder com a dança.
...
PARTE II
...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
CONFISSÕES: Mestrado 2007/2008
Confesso que:
- Fui compradora compulsiva de livros. Comprei todos de Richard Dawkins e quase todos que o PPGDANÇA indicava.
-Alguns dos livros que comprei nunca os li. Encontram-se agora no guarda-móveis de Campinas à espera da mudança e possibilidade de serem lidos.
- Sonhava muito mais com uma máquina copiadora para tirar tantas xérox que desejasse do que com uma roupicha nova.
- Descobri que colocava as vírgulas no lugar errado.
- Desenvolvi um sistema caótico de anotação e fichamento que SOMENTE eu entendo. Porém eficiente por demais!
- Rabisquei e destaquei(usei caneta pilot) em vários dos trechos dos meus livros de Foucault, Pélbart e Katz. Ohhh arrependimento! Foi a emoção do encontro com as palavras!!
- Muitas vezes me perguntei: o que estou fazendo aqui? Por que não fiquei com minha casinha no campo, meus livros e nada mais?
-Em outros momentos repetia: não sei viver sem a academia. Eu só quero chocolate e a vida acadêmica. Viva Lakoff e Katz!
-Me desesperei várias vezes pela dificuldade de acesso imediato ao entendimento de inconsciente cognitivo/Lakoff . Mas fiz cara de entendida!!!
- Fiz “bico” para Foucault, Agamben, Zizek, Lakoff, Katz, Vieira, Boaventura, Pelbart, Buttler, Ranciére, entre muitos outros, para depois me tornar uma fiel seguidora deles.
- Em algumas discussões teóricas (no período de alunas especial/2006), tinha a sensação que meus colegas tinham fumado uma “maconha mal fumada”, pois era muita “viagem” para o meu corpinho 100% livre de Lakoff & Jonhson, Dawkins e Pinker. (Não estou com isso querendo dizer que meus companheiros de turma fazem uso de drogas. É apenas uma metáfora!)
- Me peguei várias vezes com cara de boba (em êxtase total) ouvindo as falas de Helena Katz.
- Muitas vezes me perguntei: o que estou fazendo aqui? Por que não fiquei com minha casinha no campo, meus livros e nada mais?
-Em outros momentos repetia: não sei viver sem a academia. Eu só quero chocolate e a vida acadêmica. Viva Lakoff e Katz!
-Me desesperei várias vezes pela dificuldade de acesso imediato ao entendimento de inconsciente cognitivo/Lakoff . Mas fiz cara de entendida!!!
- Fiz “bico” para Foucault, Agamben, Zizek, Lakoff, Katz, Vieira, Boaventura, Pelbart, Buttler, Ranciére, entre muitos outros, para depois me tornar uma fiel seguidora deles.
- Em algumas discussões teóricas (no período de alunas especial/2006), tinha a sensação que meus colegas tinham fumado uma “maconha mal fumada”, pois era muita “viagem” para o meu corpinho 100% livre de Lakoff & Jonhson, Dawkins e Pinker. (Não estou com isso querendo dizer que meus companheiros de turma fazem uso de drogas. É apenas uma metáfora!)
- Me peguei várias vezes com cara de boba (em êxtase total) ouvindo as falas de Helena Katz.
- Engordei 6 kilos e desenvolvi uma gastrite.
- Após ter entrado no mestrado, desejei ardentemente desenvolver outro projeto de pesquisa, totalmente distinto do inicial. Algo que agrega-se minha outra profissão – Veterinária - com a Dança. Achei que poderia ser etóloga, evolucionista e dançarina. Acho que em 2 anos poderia ter desenvolvido pelo menos 3 projetos diferentes.
- Sem a vivência das disciplinas do mestrado, participação nos grupos de discussão/eventos, indicações teóricas, orientações... não seria possível fazer as conexões que fiz.
- Nunca me confessei, apesar de ter estudado em um Colégio Nossa Senhora da Conceição.
OBS: Ahhh... que tal você também compartilhar suas confissões!!!
- Após ter entrado no mestrado, desejei ardentemente desenvolver outro projeto de pesquisa, totalmente distinto do inicial. Algo que agrega-se minha outra profissão – Veterinária - com a Dança. Achei que poderia ser etóloga, evolucionista e dançarina. Acho que em 2 anos poderia ter desenvolvido pelo menos 3 projetos diferentes.
- Sem a vivência das disciplinas do mestrado, participação nos grupos de discussão/eventos, indicações teóricas, orientações... não seria possível fazer as conexões que fiz.
- Nunca me confessei, apesar de ter estudado em um Colégio Nossa Senhora da Conceição.
OBS: Ahhh... que tal você também compartilhar suas confissões!!!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Me ensina a não andar com os pés no chão
POR UM TRIZ...Escritas Iniciais
Hoje conversando no MSN com uma amiga mestranda do PPGDANÇA/UFBA, li a seguinte frase: "escrever é como caminhar no escuro, você nunca sabe como/onde vai pisar ou se vai pisar em algum buraco". E é exatamente isso!! Principalmente quando iniciamos os nossos passos na pesquisa e não compartilhamos nossos rascunhos com a orientadora. Foi desse "jeitinho" (como costumam falar os mineiros) que me senti nas minhas primeiras tentativas. Um bêbado equilibrista, BEATRIZ (música de Chico Buarque), me perguntando se um dia eu despencaria do céu? Ou qual seria o próximo buraco? A busca de equilíbrio entre minha veia poética e o rigor esperado da academia.
Segue-se nos erros, acertos, leituras, fichamentos, embates com a orientadora, etc. Para no fim entendermos que "Para sempre é sempre por um triz", como canta Chico. Pois afinal, a gente lê, refaz a leitura, escreve novamente e pensa que poderia ser melhor. Foi quase... um triz...
Abaixo segue uma das minhas primeiras tentativas de escrever um artigo... logo no primeiro semestre de 2007.
Por um triz...
Assinar:
Postagens (Atom)

